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terça-feira, 30 de julho de 2013

Mais um desabafo

Cansada de tudo, desse mundo ridículo onde pessoas vendem sua felicidade e o prazer de admirar os detalhes por um pouco de ostentação.
Cansada da hipocrisia alheia, de pessoas tão sem fundamento neste mundo que acham que enganam os outros mas na real enganam a si mesmas.
Cansada desse papel medíocre que "a sociedade" me colocou, onde eu tenho o dever de acordar, comer, viver pra ter dinheiro ou então eu nada posso, nada serei sem ele.
Cansada de depender de um povo que gasta bilhões num carro de luxo pra pagarem meu salário mísero, que por sinal, já estará todo comprometido na prestação de alguma loja, que superfatura simplesmente porque um povo mal informado e mal agradecido não sabe ser feliz com o que tem nem sabe gastar sua própria miséria!
Cansada de estar cansada, de tudo que é meu depender de mim, de crescer, de estar sempre no mesmo lugar, na mesma atividade, com as mesmas pessoas, a mesma vida!
Claro, se eu não fizer nada, ninguém fará por mim, mas ir em busca de crescimento, realizações, sucesso pessoal, será que é isso mesmo que eu quero ou é uma cultura imposta na qual nos acostumam como "propósito de vida"?
Eu só queria uma casinha no sertão pra viver la o resto da minha vida e que ninguém dependesse de mim, já que eu sou obrigada a me virar sempre. Virem-se, trabalhem! Parece egoísmo mas é só canseira...

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Single de uma história

Depois de muito tempo, me bateu uma vontade de escrever, de aflorar minha sensibilidade, aí me peguei pensando no que sinto quando escrevo...
Sabe aquele momento que todo mundo passa, quando precisa de palavras sinceras, quando uma situação exige que todo o nosso coração se resuma em palavras e neste momento não sabemos o que dizer, e muitas vezes perdemos uma tão sonhada chance por simplesmente nos esquecermos de quem somos, que somos sim capazes de sermos sensíveis e de sonharmos e de amarmos mesmo quando o mundo, a correria, o dia a dia nos toma por inteiros...
Ufa...to chegando lá ...
Então, é assim que eu me sinto quando não escrevo, consumida pela carrasca rotina, e é assim que eu me sinto quando escrevo, capaz de amar, com a sensibilidade aflorada e com o coração totalmente entregue as palavras...

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