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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Despejando parte I

Por pouco falar, aqui despejo meu turbilhão de sentimentos.
Quem ler as humildes palavras de uma mulher que aqui vos escreve pode até se identificar, porém, são apenas vestígios pessoais de mim por dentro refletido em singelas palavras com nem um pouco de eloquencia.
As perdas, todas elas, de um amor pequeno, mas amor, de um grande amigo, quase irmão, de oportunidades e o desejo de liberdade, tudo isso me faz pensar no quanto preciso jogar pra fora essa necessidade de liberdade.
As fases já não me são mais cômodas, afinal, é preciso ter uma direção certa senão como percorrer um caminho se não se sabe onde quer chegar?
Durante um tempo eu pensei, eu me revoltei, eu amei e odiei e quase desisti, cheguei a dar alguns passos em direção a desistência, mas não conclui esse caminho...
Mas desistir do que?
De ser aquilo que Deus me chamou pra ser, filha!
Desistir de tentar agradar a Ele, desistir do primeiro mandamento, que nunca deixou de ferver em meu coração mas que de alguma forma pensei na absurda e impossível possibilidade de ser uma mentira, enfim, o que se pensar diante das perdas deste mundo?
A única coisa que eu posso dizer pra tentar concluir esse monte de palavras confusas soltas é que eu jamais vou me arrepender do que sou, se Ele me fez assim, intensa, não me arrependerei de um dia ter amado e sofrido, de um dia ter me sentido inconformada diante da morte, de ser o que sou, assim, um poço de sentimentos, mesmo sendo vulnerável, sigo sentindo e aproveitando cada momento da vida, bom ou ruim e tenho no peito gritando essa necessidade de liberdade, meu corpo grita por estrada e todo o meu ser quer coisas novas, portanto, se você conseguiu ler até aqui e é uma pessoa próxima, procure não se apegar tanto em mim, procure dar o seu melhor sim pois o meu melhor sempre terá, mas com cuidado, eu não sou, nunca fui e nem pretendo ser de um lugar só...

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