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sábado, 19 de janeiro de 2013

Quando ela o vê não pensa no que passou, não pensa no que sofreu, não o olha com olhos acusadores nem perturbadores...
Ela simplesmente sente, como se diante dela estivesse alguém desconhecido que ela tivesse um sentimento antigo e intenso, por mais guardado e reprimido que estivesse, era íntegro, era limpo, pois era cuidado, preocupação, era o querer chegar mais perto e olhar nos olhos mas a prudência gritando para que não, para que se tornasse mulher, pois a fase de menina já passara...
Como alguém que ela não conhecia, ele estava lá na frente dela com aquele olhar diferente, ele sempre a conheceu, mas precisaria se apresentar, conquistar sua confiança e pedir a Deus para tê-la...
Enquanto isso ela ali, sentada no banco e a predominância da indiferença por fora...


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